Política

A quem interessa o caos no fim das eleições?

Há um interesse em jogo nesse caos formado nas horas finais do dia do segundo turno das eleições neste domingo (25). Tanto é que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi pego de forma completamente despreparada para lidar com o problema.

A seu turno, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, demorou para dar uma solução oficial para esse impasse que se formou. E como começou tudo isso? Começou com a ineficiência de frotas de ônibus para dar conta da demanda eleitores que estavam se dirigindo aos locais de votação e falta de transporte suficiente.

Desde cedo, a companhia aérea Gol relatou que alguns voos foram cancelados. A maioria desses voos eram para o Nordeste – local onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) têm maioria de votação.

A Gol negou que tenha ocorrido cancelamento de voos em massa. Ora, sabemos que coincidências não existem, ainda mais levando em conta questões políticas, onde há muitos interesses em jogo. Inclusive, interesses vindos até mesmo do exterior.

E certamente há quem saia beneficiado com esse caos. Principalmente aqueles que gostam do caos, pois é nesse cenário que eles conseguem exercer o poder que querem, já que em situações de normalidade, não conseguem.

Lembremos o 8 de janeiro de 2023. Queriam o caos para que o país caísse nas mãos deles e democracia saísse quebrada. Não conseguiram. Então, tentam novamente, mas agora antes da posse do presidente que será eleito. Anteciparam-se.

Veremos como essa situação se desdobra. Mas já podemos concluir que, ainda há vontade popular genuína, criam-se situações de caos.

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