Cultura

Presa quadrilha suspeita de furtar celulares durante o Rock in Rio

Grupo era formado por quatro pessoas de Belém, no Pará, que se passavam por frequentadores do festival para praticar os furtos

Visão do Rock in Rio

Quatro integrantes de uma quadrilha suspeita de furtar celulares durante o Rock in Rio foram presos em flagrante pela Polícia Civil. Os criminosos, segundo as investigações, se passavam por frequentadores do festival e atuavam em conjunto para retirar os aparelhos das vítimas em meio à grande concentração de público.

A ação foi realizada por policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM) e da 16ª DP (Barra da Tijuca), dentro do trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Repressão aos Crimes Contra o Patrimônio (Nupatri).

O grupo foi identificado após um trabalho de inteligência realizado pelas equipes durante o evento. Os agentes passaram a monitorar os suspeitos e conseguiram acompanhar a atuação da quadrilha até o momento da prisão.

Celulares foram recuperados

De acordo com a Polícia Civil, os quatro suspeitos foram localizados e presos pouco depois da prática dos crimes. Os aparelhos furtados também foram recuperados.

Parte dos celulares foi devolvida às vítimas em menos de uma hora após os furtos. A rapidez na recuperação dos aparelhos foi possível graças ao trabalho de inteligência e ao acompanhamento realizado pelos policiais que estavam atuando dentro do festival.

A presença dos agentes entre o público também permitiu que os investigadores acompanhassem de perto a movimentação dos suspeitos, identificando a atuação coordenada do grupo.

Quadrilha veio de Belém

Segundo as investigações, os quatro presos são de Belém, no Pará, e teriam vindo ao Rio de Janeiro com o objetivo de praticar crimes contra o patrimônio durante grandes eventos.

A Polícia Civil informou que o grupo se passava por frequentadores comuns para dificultar a identificação. Em meio à multidão, os criminosos aproveitavam momentos de distração das vítimas para furtar os telefones.

Após a prisão, os integrantes da quadrilha foram autuados em flagrante pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa.

Policiais à paisana atuam dentro dos eventos

A prisão ocorreu no âmbito do Nupatri, núcleo criado para reforçar a atuação da Polícia Civil em eventos com grande concentração de pessoas.

A estratégia inclui a presença de policiais civis à paisana entre os frequentadores. Dessa forma, os agentes conseguem observar a movimentação do público sem chamar a atenção e identificar possíveis criminosos envolvidos em furtos, receptação de celulares e outros crimes patrimoniais.

A atuação durante o Rock in Rio permitiu não apenas a prisão dos suspeitos, mas também a recuperação rápida dos aparelhos levados das vítimas.

Para quem participa de grandes festivais, a perda de um celular pode representar muito mais do que o prejuízo financeiro. O aparelho concentra contatos, fotografias, documentos, aplicativos bancários e informações pessoais. Por isso, a recuperação em pouco tempo pode reduzir os transtornos provocados pelo crime.

A Polícia Civil mantém as ações de inteligência e monitoramento durante grandes eventos para identificar grupos especializados e impedir que a concentração de pessoas seja aproveitada para a prática de crimes.

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